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September 04 Como lidar com alunos problemáticos?É comum ouvir professores em reuniões pedagógicas comentarem a respeito dos alunos: “Aluno é a imagem do cão!”; “Escola boa é aquela sem aluno!”. Citado dessa forma, soa bastante ofensivo e relembra situações de guerra. No cotidiano escolar, sabe-se que as relações interpessoais não são sempre positivas. A violência crescente na sociedade ultrapassa os muros escola adentro. Além disso, o contexto social, político e econômico brasileiros em que a escola está inserida, contribuem para o estabelecimento de relações interpessoais desfavoráveis e deletérias. Nesse contexto, a sala de aula assemelha-se a uma arena de luta, cujos participantes, cada qual com seus problemas, disputam poder e lutam pela sobrevivência. Para relacionar-se com alunos “problemas”, especificamente com problemas de comportamento e relacionamento, o professor pode agir de maneira ética, respeitosa, satisfatória, positiva e construtiva para o crescimento do aluno sem perder a autoridade, o afeto, sem ser permissivo ou, sem ser opressor. O aluno identificado como “problema” por muitos professores é aquele que se comporta em aula de maneira a: Para resolver positivamente as situações de conflito com os alunos, é útil ao professor: Com isso, o professor evita entrar na armadilha emocional do aluno e ainda, contribui para auxiliá-lo no desenvolvimento das Inteligências Interpessoais e Intrapessoais propostas por Gardner, à medida que o aluno reconhece mais seus sentimentos e atitudes, aprende a lidar com eles numa perspectiva encorajadora e que escolhe modificar os comportamentos indesejados. O sentimento, ou o ato ou efeito de sentir-se (Acepção extraída do Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa 1.0.), deve ser considerado legítimo e, portanto, deve ser acolhido como manifestação humana autêntica. O comportamento é que pode ser modificado e/ou adaptado, uma vez que todo comportamento é adequado em algum contexto. É preciso também que, conforme a teoria psicanalítica, o professor reconheça ser o alvo da transferência de amor e ódio dos seus alunos e saiba suportar esses sentimentos tendo em vista o seu papel para o desenvolvimento humano. Portanto, é preciso possuir auto-estima, auto-imagem, autoconceito, ou seja, é preciso Inteligência Intrapessoal. Além disso, o professor precisa de experiência e do contínuo aprimoramento das competências técnica/tecnológica/científica e pedagógica. Danielle Paiva, é pedagoga licenciada pela Universidade de Brasília. Pós-graduada em Psicopedagogia. Contato: danielle10@ibest.com.br Fonte: JORNAL VIRTUAL PROFISSĂO MESTRE - Profissăo Mestre – Ano 6 Nº 83 – 03/09/2008 TrackbacksThe trackback URL for this entry is: http://educae-consultoria.spaces.live.com/blog/cns!9D02A07CF6A42128!264.trak Weblogs that reference this entry
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