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EDUCAE - Consultoria e Assessoria Pedagógica

Orientação de Temas para Monografias de T.C.C. e Afins - Deixe um 'Scrap' com seu email.
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22 August

Educae - Serviços

04 September

Como lidar com alunos problemáticos?

É comum ouvir professores em reuniões pedagógicas comentarem a respeito dos alunos: “Aluno é a imagem do cão!”; “Escola boa é aquela sem aluno!”. Citado dessa forma, soa bastante ofensivo e relembra situações de guerra.

No cotidiano escolar, sabe-se que as relações interpessoais não são sempre positivas. A violência crescente na sociedade ultrapassa os muros escola adentro. Além disso, o contexto social, político e econômico brasileiros em que a escola está inserida, contribuem para o estabelecimento de relações interpessoais desfavoráveis e deletérias.

Nesse contexto, a sala de aula assemelha-se a uma arena de luta, cujos participantes, cada qual com seus problemas, disputam poder e lutam pela sobrevivência.

Para relacionar-se com alunos “problemas”, especificamente com problemas de comportamento e relacionamento, o professor pode agir de maneira ética, respeitosa, satisfatória, positiva e construtiva para o crescimento do aluno sem perder a autoridade, o afeto, sem ser permissivo ou, sem ser opressor.

O aluno identificado como “problema” por muitos professores é aquele que se comporta em aula de maneira a:

1. retrucar o que o professor diz;
2. indagar ou responder as perguntas do professor repetidas vezes;
3. objetar às observações e às avaliações contínuas do professor;
4. contestar as normas da escola;
5. esquivar-se de realizar atividades e tarefas propostas pelo professor;
6. rechaçar comentários dos colegas;
7. desrespeitar os valores do grupo, do professor, da escola e, enfim, da sociedade.

Para resolver positivamente as situações de conflito com os alunos, é útil ao professor:

1. Receber a queixa, dúvida, comentário, opinião, etc. Acolher o sentimento do aluno quando os expressa.

2.Observar a comunicação verbal e não-verbal do aluno. Ouvir atentamente o que ele diz e perceber como o diz. Observar o tom da voz, a respiração, a gesticulação, a expressão facial, etc.

3. Manter a segurança em si mesmo e o domínio de ações e palavras.

4. Dissociar na mensagem a fala ou o comportamento do sentimento e da intenção positiva subjacentes. O comportamento pode ser indesejado pela escola, pelo professor e pela sociedade, mas a intenção desse comportamento pode ser positiva, bem como o sentimento pode ser legítimo. Por exemplo:

a. quando o aluno se defende retrucando, o sentimento pode ser raiva, ou insatisfação, ou incompreensão; o comportamento pode ser a desobediência, a agressividade, a ironia, o desrespeito, a indisciplina;

b. quando o aluno não reconhece um erro cometido e se justifica agredindo verbalmente, a intenção positiva (para o aluno) é de autodefesa; o comportamento é de combatividade;

c. quando não realiza tarefas com argumentos de uma lista de problemas pessoais; o sentimento pode ser de frustração, de desmotivação, de fracasso, de carência afetiva, necessidade de ajuda; o comportamento é a indisciplina, ou preguiça, etc.

d. ao contestar o professor em aula com a defesa de outro ponto de vista, ou de outras teorias, a ação positiva desse comportamento pode ser ter a coragem e a capacidade de expressar-se verbalmente e promover o  enriquecimento da aprendizagem, ampliando o conjunto de informações e o conhecimento da turma e do professor; o comportamento que deve ser corrigido é a forma de realizar a contestação e o momento adequado. Pode também aproveitar a oportunidade para desenvolver nos alunos a atitude de ter flexibilidade nas opiniões.

1. Começar argumentando no tom e no ritmo de voz do aluno, às vezes é necessário, mas diminui-los até finalizar demonstrando calma e tolerância.

2. Revelar para o aluno que entende o sentimento e/ou a intenção positiva, entretanto, que não concorda com (ou não aceita) a atitude ou o comportamento indesejado no contexto em que ocorre.

3. Valorizar os aspectos positivos da questão levantada ou da defesa apresentada pelo aluno.

4. Concordar com a intenção positiva do aluno e citar outros comportamentos mais adequados tendo em vista o convívio social civilizável e as relações interpessoais positivas.

5. Responder a pergunta com preceitos da doutrina, ou da área do saber, ou do conhecimento científico/técnico/tecnológico, ou ainda, conforme as regras, normas e valores da escola, socialmente estabelecidos.

Com isso, o professor evita entrar na armadilha emocional do aluno e ainda, contribui para auxiliá-lo no desenvolvimento das Inteligências Interpessoais e Intrapessoais propostas por Gardner, à medida que o aluno reconhece mais seus sentimentos e atitudes, aprende a lidar com eles numa perspectiva encorajadora e que escolhe modificar os comportamentos indesejados.

O sentimento, ou o ato ou efeito de sentir-se (Acepção extraída do Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa 1.0.), deve ser considerado legítimo e, portanto, deve ser acolhido como manifestação humana autêntica. O comportamento é que pode ser modificado e/ou adaptado, uma vez que todo comportamento é adequado em algum contexto.

É preciso também que, conforme a teoria psicanalítica, o professor reconheça ser o alvo da transferência de amor e ódio dos seus alunos e saiba suportar esses sentimentos tendo em vista o seu papel para o desenvolvimento humano. Portanto, é preciso possuir auto-estima, auto-imagem, autoconceito, ou seja, é preciso Inteligência Intrapessoal. Além disso, o professor precisa de experiência e do contínuo aprimoramento das competências técnica/tecnológica/científica e pedagógica.

Danielle Paiva, é pedagoga licenciada pela Universidade de Brasília. Pós-graduada em Psicopedagogia. Contato: danielle10@ibest.com.br

Fonte: JORNAL VIRTUAL PROFISSĂO MESTRE - Profissăo Mestre – Ano 6 Nº 83 – 03/09/2008

23 Juni

O mau uso da net

Vc tc axim?
Leila Mendes
O uso do internetês é cada vez mais comum no mundo atual e é baseado na simplificação informal da escrita, com o objetivo principal de agilizar a digitação. Na ânsia de se comunicar em um curto espaço de tempo, as pessoas abreviam palavras ao limite do irreconhecível, traduzem sentimentos por ícones e simplesmente renunciam às mais elementares regras gramaticais.
 
O resultado dessa anarquia comunicativa divide opiniões. O respeitado lingüista inglês David Crystal, autor do livro A linguagem e a Internet, diz que não prevê um futuro desastroso para a gramática por causa da rede; além disso, lembra que a invenção do telefone provocou a mesma desconfiança dos estudiosos preocupados com o risco de uma afasia epidêmica entre os usuários, por incorporarem uma linguagem cheia de hã, hã e alôs. “Eles corriam o risco de perder a capacidade de expressão e sociabilidade e não foi o que ocorreu”, lembra Crystal. Ele faz uma previsão otimista dizendo que o jargão dos chats e dos blogs pode estimular outras formas de literatura e desenvolver o autoconhecimento do jovem.
 
No entanto, existe o outro lado da história que aborda o uso dessa linguagem em locais não apropriados, como é o caso da escola. Como professora de Língua Portuguesa, percebo o quanto é comum em textos escolares o uso de abreviações como vc (você), hj (hoje), bjs (beijos) e tb (também), entre outros. Os alunos justificam que usam o internetês de forma inconsciente e automática. Por isso, cabe à escola alertar os alunos sobre o vício que pode causar o uso constante desse tipo de linguagem e reforçar que a atitude ideal para evitar essa situação é usar freqüentemente a variante padrão da língua, já que essa sempre será bem aceita. Para isso, seguem algumas sugestões:
 
·       >> Tenha bom senso, evite exageros.
 
Se não há como deixar de abreviar certas palavras nos chats ou salas de bate-papo, procure usar as abreviações mais comuns, evite as pouco usadas ou que somente quem tem acesso à Internet conheça.
 
·       >> Leia bastante.
 
Quem lê mais, escreve melhor. Pois quem lê tem um vocabulário mais vasto, está em contato com outro tipo de linguagem (além do internetês) e, obviamente, escreve melhor em qualquer situação.
 
·       >> Conheça a norma padrão de sua língua.
 
Se você conhece a norma culta da língua será mais fácil usá-la. Quem não conhece está mais propício a usar o internetês em situações indevidas.
 
 
Leila Mendes
é professora de Português e
Literatura do Ensino Médio

13 Juni

Síndrome de Otelo

Introdução

O ciúme pode ser considerado uma das emoções mais comumente vivenciadas pelos seres humanos. Caracteristicamente, ele é desencadeado por uma sensação de ameaça a um relacionamento pessoal valorizado pelo indivíduo. Muitos autores consideram o ciúme uma reação de adaptação, que se desenvolveu juntamente com a evolução da espécie humana, como uma defesa contra ameaças de infidelidade e abandono.

Existem várias definições para o ciúme, sendo que em todas elas podemos identificar três importantes aspectos: (1) reação frente a uma ameaça percebida; (2) existência de um "outro", real ou imaginário; e (3) reação que tem como objetivo eliminar o risco de perda do objeto amado.

É dito popular que o ciúme é o tempero do amor, porém essa emoção pode muitas vezes ultrapassar os limites do que é considerado normal, sendo fonte de grande sofrimento para as duas pessoas envolvidas.

Características do Ciúme

O campo do ciúme é um terreno acidentado e instável, onde a diferenciação entre o que é real e o que é imaginário frequentemente não é muito simples. Primeiramente surgem as dúvidas, que podem transformar-se em idéias delirantes. A partir daí, a pessoa passa a buscar a confirmação dessas dúvidas. Para isso, ela faz telefonema surpresa, chega à casa sem avisar, segue o(a) companheiro(a), contrata detetives, examina bolsos, roupas íntimas, etc. Infelizmente, as dúvidas nunca são satisfeitas.

Apesar de o ciúme parecer ser uma tentativa inconsciente de preservar e proteger o sentimento "amor", ele frequentemente dá vazão a sentimentos extremamente desagradáveis, como a raiva, a vergonha, o medo da perda, explosões emocionais e até reações violentas. Segundo a terapeuta Marilandes Braga, o ciúme vem de dentro da pessoa e se liga à baixa de auto-estima e à insegurança. Em complementação, o psiquiatra Eduardo Santos afirma que o ciúme nada mais é que um sentimento voltado para a própria pessoa que o sente, representando o medo de perda do outro ou de sua exclusividade sobre ele.

Segundo o Dr. Eduardo, poderíamos classificar o ciúme em três tipos:

• O tipo normal é o mais comum. A pessoa sente-se enciumada naquelas situações nas quais ela se veja excluída ou ameaçada de exclusão na relação com o outro. Ela costuma até mesmo discutir esse sentimento com o(a) companheiro(a), podendo tirar algumas conclusões sobre seu jeito de ser.

• No segundo tipo, existe uma sensação constante de angústia e instabilidade, insegurança e fragilidade da relação. A pessoa fica em um "estado de tensão" permanente. Procura-se continuamente a comprovação das dúvidas, podendo-se adquirir uma postura agressiva e acusadora.

• O terceiro tipo é o "ciúme patológico", no qual a desconfiança do ciumento dá lugar a uma certeza infundada de que ele está realmente sendo traído ou abandonado. A pessoa pode cometer atos extremos de agressividade, podendo levar a homicídios passionais.

Síndrome de Otelo

A denominação de síndrome de Otelo, para os casos de ciúme patológico, faz alusão ao personagem do escritor inglês William Shakespeare. No conto, a personagem se vê imersa em um mar de dúvidas e pensamentos fantasiosos de que sua mulher o estaria traindo, alimentadas por uma outra pessoa, que acaba assassinando sua amada.

O ciúme patológico se caracteriza por um desejo intenso de controle total dos sentimentos e comportamento do(a) companheiro(a). A pessoa tem preocupação exagerada com os relacionamentos anteriores do outro, o que pode gerar idéias repetitivas e obsessivas, que não conseguem ser eliminadas. Esse medo desproporcional e irracional de perder o parceiro acaba levando a um comprometimento das relações. Alguns autores consideram que a característica principal desse tipo de ciúme seria o medo infundado, sem razão, e não na sua intensidade.

O indivíduo portador desse distúrbio experimenta diversas sensações, como a ansiedade, a depressão, a raiva, a vergonha, a humilhação, culpa, aumento do desejo sexual e o desejo de vingança. Acho interessante a comparação desse paciente com um vulcão emocional, que está prestes a entrar em erupção. Esses pacientes apresentam grande tendência a atitudes violentas. Segundo Palermo, a maioria dos casos de suicídio cometidos após um homicídio são devidos a ciúme patológico. Vale ressaltar que o ciúme patológico pode ser observado em associação a diversas doenças psiquiátricas.

O tratamento deve ser sempre buscado, já que esse ciúme é fonte de grande sentimento para o casal, inclusive para o ciumento.

Tempero do Amor?

Alguns autores consideram que, quando vivenciado de maneira equilibrada, o ciúme pode favorecer a relação, fortalecer a paixão e o compromisso. Eles alegam que a ausência de ciúmes seria muito pior, na medida em que poderia indicar indiferença e rejeição.

Uma atitude muito comum nos relacionamentos interpessoais é a provocação do ciúme por um dos parceiros. Homens e mulheres lançam mão de diferentes táticas, com o objetivo hipotético de se sentir seguro em uma relação. Entre essas táticas, podemos destacar: fingir indiferença; usar roupas provocantes; troca de olhares e demonstração de interesse por outro(a); entre outras. Se o(a) companheiro(a) reage com indiferença, decodifica-se que não existe amor.

Segundo o psicólogo David Buss, alguns sinais de ciúme podem ser encarados como atos de amor. Ao vivenciar o ciúme, vivencia-se também, inconscientemente, a intensidade do sentimento amoroso. Assim, reforça-se a hipótese de que o ciúme seria um mecanismo de proteção da relação a dois, na tentativa de afastar os rivais. Segundo Maria Clara Heise, a sensação do ciúme pode ser dolorosa, mas é um alerta para possíveis ameaças de abandono e traição.

Copyright © 2008 Bibliomed, Inc. 12 de Junho de 2008.

09 Juni

Métodos de Alfabetização

De vez em quando, penso como eu gostaria que me vissem: eu gostaria que me vissem como alguém que procura descobrir a causa da causa da causa. Assim, se alguém inventar de me dar algum presente, já sabe o que eu mais aprecio...

Isso vem a propósito da polêmica da alfabetização. Corri e comprei a terceira e última edição do livro do Capovilla, “Alfabetização, método fônico”. (Memnon Edições Científicas). Mergulhei e senti que a discussão está aquecida para além da temperatura razoável.

Na sétima página da apresentação, o leitor fica sabendo que há três contendores na arena: o antigo método alfabético-silábico (o avô do método fônico), o método construtivista (Emília Ferreiro) e o método fônico. Neste momento da batalha, os defensores do método fônico afirmam que o fracasso brasileiro é culpa dos construtivistas.

Investigação

Procurando as causas das causas das causas, vejo diversas causas para o nosso fracasso no processo de alfabetização. Não dá, portanto, para atribuir toda a catástrofe aos construtivistas.

Há oitenta ou cem anos atrás, os brasileiros eram muito melhor alfabetizados do que agora? Sim. Em 1920, o Estado de São Paulo – que tinha a melhor educação pública – só atendia 28% da demanda. Essa minoria (muito bem alfabetizada) tinha como professores pessoas das classes letradas que educavam crianças oriundas também das classes letradas. O método provavelmente era o da velha cartilha, que adotava o avô do fônico, ou seja, o método alfabético-silábico. “Provavelmente”, repito, porque ninguém pode ter certeza de qual método estavam empregando em 1906, por exemplo. É possível que cada alfabetizador tivesse lá os seus segredos.

Dentre as muitas causas está justamente uma das poucas vitórias que podemos alardear agora, em 2006: há vagas para todas as crianças. É preciso lembrar que em 1981 tínhamos sete milhões de crianças que nem chegavam perto de qualquer tipo de escola. Isso foi há 25 anos. E, naquele mesmo ano, a Unesco se espantou porque não tínhamos pré-escola. Então, nestes últimos 25 anos só pudemos cuidar da quantidade de vagas. Um notável esforço quantitativo, e não qualitativo, porque não seria possível trocar o pneu do ônibus em movimento.

O método construtivista – de verdade – deve ter sido adotado em poucas escolas, principalmente particulares, pois são as que conseguem fazer experimentos duradouros, com continuidade.

Muito antes de se ouvir falar em Emília Ferreiro, já se estava pregando, no Brasil, a alfabetização que deveria partir de parágrafos complexos e completos, alegando que as crianças seriam possuídas pelo sentido do texto antes de tentar decifrar o código das letras. Essa foi mais uma das causas das causas. E isso não se chamava construtivismo. Dizia-se que ensinar vogal por vogal era coisa muito medíocre, anacrônica.

Qual a causa mais culpada?

Talvez a presunção de querer ser moderno sem antes preparar professores para essa missão tão importante. Talvez. Mas penso que ninguém está em condições de afirmar nada de forma definitiva ou radical, pois esse é um daqueles fenômenos que têm muitas e fugidias causas.

Conhecendo e trabalhando com professores alfabetizadores, raramente encontrei algum que fosse realmente profundo conhecedor do construtivismo. Discursos, sim, encontrei muitos. Sem fundamento. Por isso, não penso que podemos culpar nenhuma das correntes, estilos, métodos. Quando a porta da sala de aula se fecha, ninguém sabe qual o método que será usado. Provavelmente, é aquele com que a alfabetizadora foi alfabetizada. Só se minha avó era construtivista.

É doutor em Planejamento e Aplicações Militares, professor do curso de pós-graduação em Gestão de Assuntos Públicos da PUC–PR, consultor, palestrante e pesquisador.

Rubens Portugal

Frustrações

Texto de Raúl Candeloro, retirado da revista Gestão Educacional de junho de 2008. Para começar bem a semana...


Aposto que existem muitas situações diferentes que o deixam frustrado. Mas você já parou para pensar por que é que existe frustração?

 

Por que é que ficamos frustrados? Por que é que temos essa emoção dentro do nosso repertório emocional? Ela certamente não nos traz prazer. Então para que ela existe?

 

Segundo Ralph Marston, é porque a frustração nos dá foco. Não importa o que cause a frustração, seu propósito é estimular ações positivas. Se não tivéssemos a capacidade de nos sentirmos frustrados, teríamos que suportar eternamente esses fatores negativos. Para Marston, a frustração nos mostra que há algo errado, e que temos que agir para mudar isso. Afinal, a frustração só acontece quando a realidade não se encaixa com o que esperávamos da vida.

 

Quando alguma coisa derrubá-lo, a melhor coisa a fazer é voltar a levantar-se. Pessoas de sucesso passam por tantas dificuldades quanto qualquer um, se não mais. Segundo Marston, a diferença entre o sucesso e o fracasso não é o número de vezes que você é derrubado. A diferença está na velocidade com que você se levanta.

 

Dificuldades não devem ser desculpas para não tentar – são desafios para avançar. É fácil reclamar quando você sofre um desapontamento. Fácil e inútil. É fácil encontrar algo ou alguém em quem jogar a culpa. Mas isso raramente melhora a situação.

 

Você tem nas suas mãos todas as habilidades necessárias para ser tudo o que quiser ser. Norman Vincent Peale disse "Mude seus pensamentos e você muda seu mundo". Entretanto, podemos ir um passo além: mude suas ações e você muda seu destino.

 

Suas ações revelam a dedicação e as verdadeiras prioridades na sua vida. Elas criam a substância do seu destino. Suas ações fazem toda a diferença no resultado final, e estão completamente sob o seu controle. A qualidade da sua vida é determinada pela qualidade e consistência das suas ações, não apenas de seus pensamentos. Agir sem pensar é ignorância. Pensar e não agir é pura ilusão.

Então pense e tome ações positivas todos os dias, como se a sua vida dependesse disso. Porque ela depende.

 

Mande seus textos para priscila.conte@humanaeditorial.com.br.

Priscila Conte

27 März

Submissão ao estrangeirismo

 
"Costumizar" é mais um estrangeirismo que surgiu junto com o computador. Significa, "fazer a
seu gosto, mudar de acordo com a sua preferência".
 
Odeio estrangeirismo. Temos tantas palavras capazes de expressar idéias novas tão bem quanto
essas impostas pela globalização e pelo capitalismo. Não precisamos de "migalhas americanizadas".
É uma atitude arrogante e invasora das pessoas e empresas que adotam esse tipo de linguajar.
Nossa língua é rica e muito bonita!
 
Além disso, demonstra falta de criatividade usar palavras que já vêm prontas, incorporando-as ao
cotidiano só porque é americana. É uma arrogância que demonstra ignorância e submissão.
Vejo também como "preguiça mental".
 
Mostrando os dentesAiraê Soares

ESTRANGEIRISMO(Carlos Silva e Sandra Regina)

Outro dia me convidaram para irmos ao MC DONALD’S comermos CHEESE BURGER.

O salão estava lotado e fizemos os pedidos através de um tal de DRIVE THRU. Os colegas percebendo a minha irritação disseram: se tu tiver com pressa, eles têm um sistema de DELIVERY, maravilhoso. Desacostumado com este linguajar chamei os cabas:

- Vâmo s’imbora.

Seguimos pela avenida HENRIQUE SCHAUMANN, onde pude observar um OUTDOOR escrito: CHINA IN BOX, e uma seta indicativa PARKING. Nós não paramos por lá não.

Seguimos mais adiante, avistamos um restaurante bonito e luxuoso, e na porta de entrada uma luz neon piscando escrita OPEN.

Quando olhei pro chão, pude ver estampado um capacho com a bandeira americana me convidando: WELLCOME. Ao adentrarmos naquele recinto eu pude observar na sua decoração, e nas paredes estavam escrito assim: ICE CAKE, CHEESE EGG, CHEESE BURGER e FAST FOOD.

Eu pensei comigo: “FOOD na Bahia a gente USA numa outra situação…��?

Do meu lado esquerdo uma garota tomava uma cerveja numa lata vermelha e azul cuja marca era BUDWEISER. O camarada que lhe acompanhava tomava sua LONG NECK HEINEKEN. Do me lado direito uma loira bonita peituda falava pro cabra com voz sensual assim: “Eu trabalho numa RELAX FOR MAN…��?

E ele pergunta pra ela: “Fica próximo do Motel MY FLOWERS?��?. E ela lhe responde:

“Não BABY, fica junto ao NIGHT CLUB WONDERFUL PENETRATION!��?

A fome aumentava juntamente com a raiva, e eu não sabia se pedia um HOT DOG, ou um simples cachorro quente.

Emputecido mais uma vez com aquela situação, chamei os caboclos:

- Vâmo s’imbora.

Na saída o manobrista nos recebe e nos entrega as chaves do nosso possante veiculo – um fusca 68 fabricado em Volta Redonda na época do presidente JUSCELINO KUBITSCHEK.

Ele olha pra mim e me diz: “THANK YOU SIR AND HAVE A GOOD NIGHT.��? E eu usando toda minha simplicidade e educação que aprendi no sertão da Bahia, olhei pra ele e lhe disse:

- V�? PRA PUTA QUE LHE PARIU.

 http://inovavox.blogueisso.com/2007/10/28/estrangeirismo-carlos-silva/ 

09 März

Educae Serviços

 

 
 
  • Orientação de Trabalhos Acadêmicos
  • Orientação Profissional
  • Aulas Particulares I e II Graus
  • Alfabetização de Jovens e Adultos
  • Traduções e Digitação
08 März

"Doutor-Criança": Jogada de marketing ou descaso com a nossa Educação?

 
Avatar de le.witchhappyby le.witch... (Y!R 07/3/08): Será possível?
 
"oi pessoas , ontem li na net que um menino d e8 anos passou no vestibular prea direito ..e calma eu sei que isso e loucura mais dizem que o que mais valeu foi a redaçao dele ...vcs acham o que disso ? a prova estaria facil o ou moleque é bom msm? na minha opiniao acho estranho pq um garoto na 5 serie nao tem noçao nem de quimica nem de fisica aprofundada como poderia passar ?nao sei nao viu
passo a bola pra vcs o que vc acham disso ?"
Avatar de aeiou by aeiou Opinião: "Tempos atrás um analfabeto entrou na faculdade. Mas analfabeto no sentido literal. Não sabia ler mesmo. Então, por que um garoto de 8 anos, semi-alfabetizado não poderia ser "aprovado"? O absurdo mesmo está em aceitar um aluno desse tipo, sem a mínima condição de vivência, como calouro num curso superior de grande responsabilidade.

Acredito que na verdade seja uma jogada de marketing por parte da universidade, demonstrando ainda muita irresponsabilidade e descomprometimento com a educação do país."
:>:
Dê sua opinião.
05 März

Educação pelo mundo

Reportagens especiais contam como a Educação é encarada no restante do planeta

Argentina :: Na escola, uma segunda família

Na Patagônia, professores, alunos e funcionários dão aula de sobrevivência em meio às dificuldades climáticas e financeiras e às diferenças culturais

Bia Baldim , da Patagônia Argentina

Itália :: Ecco, abbiamo Arte!!

Nas escolas italianas, falar, estudar, viver a arte é muito mais do cumprir o currículo
Vanessa Moura 


CubaCuba :: A Revolução na sala de aula

Ponto-chave da Batalha de Idéias proposta por Fidel Castro, a educação é um dos pilares de sustentação da Revolução em Cuba, país que se dá ao luxo de declarar-se território livre de analfabetismo há 45 anos

Naira Hofmeister , de Havana, Cuba


fonte: Revista Nova Escola
 

Bem-vindos e voltem sempre. Um abraço carinhoso!Rosa vermelha

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Airaê Soaresschrieb:
Favor deixar emails para respostas.
Apenas dou sugestão sobre Temas TCC. O restante do serviço deve ser combinado pelo email.
22 Aug.